Além do beijo

O beijo traz muitos benefícios à saúde, mas pode transmitir doenças.

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Símbolo tradicional de amor, o beijo é uma das maneiras de demonstrar carinho pela pessoa amada. Mas, além de aguçar os sentidos e ter fatores benéficos ligados à saúde, os beijos podem acarretar alguns riscos.

Primeiro, é importante lembrar que um beijo pode trazer ótimas sensações aos namorados. Para se ter ideia, uma boca quando é beijada exercita cerca de 29 músculos faciais, sendo que 17 são da língua. Além disso, o tato nos lábios é 200 vezes mais forte que nos dedos, e um beijo rápido queima até três calorias, enquanto um de nível intenso, com duração de um minuto, pode fazer você queimar 15 calorias.

“Também aumentamos a produção de hormônios e podemos notar uma melhora na circulação sanguínea. Ou seja, beijar eleva os batimentos cardíacos de 70 para 150 batimentos por minuto. E o que muitos não sabem é que o bombeamento sanguíneo traz benefícios, ele aumenta a oxigenação das células, estimula as funções circulatórias e diminui tanto a insônia, quanto as dores de cabeça”, explica Edmilson Pelarigo Antônio, diretor clínico da Ortodontic Center.

Mas, é importante lembrar que o beijo deve ser dado com responsabilidade e que, para isso, a saúde bucal precisa estar em dia, levando em consideração os cuidados diários. Os dentes devem ser escovados após cada alimentação, ou no mínimo cinco vezes ao dia. Para uma boa limpeza, é necessário fazer movimentos circulares de dois em dois dentes, seguidos de movimentos para frente e para trás. O uso do fio dental em todos os dentes também deve ser diário.

Segundo o diretor clínico da Ortodontic Center, 20% das bactérias estão em nossas línguas. Dessa forma, não podemos nos esquecer de escová-la ou utilizar um raspador lingual. Os enxaguantes, de preferência sem álcool, completam a higiene bucal. Estas medidas previnem doenças da cavidade bucal, como cáries e doenças periodontais. Porém, outras doenças infecciosas podem ser transmitidas pelo beijo, como lesões pelo vírus HPV, herpes, candidose, gripe, tuberculose, hepatite B, entre outras. Tais doenças são transmissíveis pelo beijo, uma vez que em uma única gota de saliva trocada podem existir mais de dois bilhões de bactérias.

“Aos que se questionam sobre o vírus HIV, causador da AIDS, ele, geralmente, não é transmitido pelo beijo. Isso só acontece caso exista sangramento ou haja feridas bucais abertas”, revela Edmilson Pelarigo Antônio.

Apesar de milhões de bactérias serem trocadas durante o beijo, se existir os cuidados necessários e a higiene bucal adequada, beijar é um ato seguro, que traz benefícios ao corpo e é uma das melhores demonstrações de carinho em uma data festiva, como o Dia dos Namorados.

Fonte: http://www.odontomagazine.com.br/2014-05-alem-do-beijo-13468

Alimentos que previnem o mal hálito

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Assim como alguns alimentos podem causar mal hálito, existem outros que ajudam a prevenir esse problema tão comum e tornar a boca mais agradável.

1 – maçãs, cenouras e pepinos

A casca desses alimentos funciona como um tipo de fio dental. Eles fazem uma raspagem dos dentes que livra aquele odor indesejável e impede que bactérias se acumulem nos dentes.

2 – Chá de boldo

Esse chá estimula no não desvio dos gases intestinais para o estomago, o que é mais frequente em pessoas de idade ou com problemas de má digestão.

3 – Gengibre

Além de antioxidante e anticoagulante, o gengibre também é um adstringente natural, que estimula processos digestivos e se torna uma ótima estratégia para impedir o mau hálito.

4 – Iogurte natural sem açúcar

Ele reduz os níveis de gás sulfídrico, que quando elevado no organismo resulta em processos metabólicos anaeróbicos, que acontecem na ausência de ar no corpo, o que pode causar aquele odor de “ovo podre”.

5 – Suco de limão

Por ser adstringente e bactericida o suco de limão elimina bactérias presentes na boca e no sistema digestivo, além de regular o intestino, controlando os gases que causam mal hálito.

6 – Hortelã

Estimula e acelera a digestão, além de ter um aroma naturalmente refrescante, se aconselha mastigar as folhas da hortelã para um bom hálito e uma ótima digestão.

7 – Água

Evita a halitose, estimula as glândulas salivares que limpam a boca e eliminam a proliferação de bactérias bucais, além de eliminar resíduos do resto do organismo. Beber água é extremamente essencial para uma boa saúde e um bom hálito.

Não são apenas os alimentos que causam mal hálito, o mais comum é a falta de cuidado com a higiene bucal, depois de um tempo a pessoa com mal hálito já nem percebe que sofre com a halitose e se a pessoa continuar com a falta de cuidado os problemas bucais só tendem a piorar. Além de alimentos para prevenir o mal hálito é necessário também que a pessoa consulte um dentista periodicamente.

Fonte: Dental Arte

Odontopediatria: saúde bucal das crianças

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Fique por dentro das quatro dicas que podem convencer os pequenos a escovarem os dentes.
Escovar os dentes não é uma das coisas preferidas da maioria das crianças, mas, é fundamental que elas tenham uma boa higiene bucal para evitar cáries e o desenvolvimento de doenças, além de levarem esse hábito para a vida toda.
Existem quatro dicas essenciais que os profissionais de saúde bucal devem dar aos pais dos pequeninos contrariados.
 
 
Uma questão ambiental
É importante deixar tudo ao alcance da criança, para que ela mesma manuseie a escova, a pasta, o fio dental e possa usar a água e alcançar a pia. O ambiente deve estar sem risco para o pequeno, mas de maneira que ele faça tudo sem a ajuda constante dos pais, ganhando autonomia, com o tempo.
Além disso, é necessário possuir itens de higiene bucal que estimulem o imaginário ou aproximem a criança de algo que ela gosta, como o personagem de desenho favorito. Isso tornará a escovação um processo agradável, quase como uma brincadeira, em vez de ser uma obrigação na qual ela deve fazer algo chato apenas porque alguém a mandou fazer isso.
 
 
Os motivos da escovação
Qualquer coisa feita por meio de ordens, sem nenhuma explicação que justifique a tarefa, torna-se muito chata, ainda mais para a criança. A chance de ela rejeitar fazer isso, ou fazer malfeito por ter sido obrigada, é muito maior.
Portanto, é preciso explicar por que é preciso escovar os dentes. Não é bom assustar a criança, pois ela poderá até desenvolver algum trauma, dependendo da forma com que receber a explicação ou como visualizar imagens relacionadas à higiene bucal. O ideal é falar de maneira lúdica e aproximar a escovação de algo agradável, sem relação com dor ou outra coisa assustadora para ela.
O exemplo é fundamental
Não adianta pedir para a criança fazer algo que nem os pais fazem. O exemplo é uma boa ferramenta para estimular seu pequeno a escovar os dentes. Se ele vir os pais fazendo isso da maneira correta, sempre após as refeições, ao acordar e antes de dormir, de maneira prazerosa e feliz, perceberá que pode fazer isso também e que não há nenhum problema; pelo contrário, é uma coisa legal que todo mundo faz.
O dentista é um parceiro
Muitas crianças podem ter medo do dentista. O ambiente pode não ajudar muito, com aqueles instrumentos metálicos, a roupa branca e o local um tanto quanto sério, mas o profissional não precisa ser visto como um monstro assustador que arrancará os dentes do pequeno com uma máquina barulhenta.
O odontopediatra possui o jeito para lidar com elas e pode ensiná-las a escovar os dentes com o uso de uma linguagem simples, fantoches ou outros elementos que se aproximem do universo infantil. Os pais também devem evitar comentários sobre o dentista que possam deixar os filhos com medo de ir ao profissional. Ele não deve ser um “carrasco”, mas, sim, aquele que cuida para que o sorriso da criança esteja sempre bonito e saudável.
Fonte: http://www.odontomagazine.com.br/2014-06-odontopediatria-saude-bucal-das-criancas-13607