CLAREAMENTO DENTÁRIO

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Há muitas maneiras de clarear os dentes, de   creme dental com ação clareadora a outros produtos que removem manchas superficiais a custos reduzidos, a técnicas ativadas por luz executadas no consultório de um dentista e que podem custar em torno de R$ 1.000 ou mais dependendo do profissional.

 

Todas as técnicas de clareamento são realizadas de uma dessas duas maneiras

  • Procedimentos clareadores: que modificam a cor natural dos dentes, deixando-os com tons de cinco a sete vezes mais claros. Tanto o clareamento realizado no consultório (assistida) quanto aquele realizado em casa (moldeira) utilizam alvejantes. Os princípios ativos mais freqüentemente contidos nos alvejantes são o peróxido de carbamida e o peróxido de hidrogênio a concentrações de 10 a 22%, que ajudam na remoção tanto das manchas superficiais quanto das profundas.
  • Procedimentos não clareadores: funcionam por ação física e/ou química para ajudar a remover manchas superficiais. Todas os cremes dentais recaem no uso de um leve desgaste para remoção de manchas superficiais entre consultas odontológicas. Cremes dentais clareadores contêm agentes químicos ou polidores para promover a remoção adicional das manchas. Uma limpeza profissional feita por uma dentista ou higienista também envolve desgaste para remoção de manchas mais externas causadas por alimentos ou tabagismo.escova-de-dente-size-598

Para realização do clareamento dentário tire as dúvidas com seu dentista!

fonte : www.colgate.com.br

ONG SOS DENTAL REALIZA AÇÃO EM BABILÔNIA

A equipe da ONG SOS DENTAL  subiu a BABILÔNIA e fez a alegria da criançada!

No dia 24/02/2015,  as doutoras Michele Vivas e  Leticia Silva, iniciaram os atendimentos por volta das 10h30 na escola Tia Percília. Ao todo foram realizados 31 atendimentos, seguindo a fórmula do atendimento em cadeira e  fluoretação. O público atendido estava na faixa  dos 07 aos 14 anos.

Duas novas ações já foram fechadas, sendo estas agendas para abril e junho, onde haverá o encerramento com distribuição de kits e palestra sobre a importância da higiene bucal.

 

Créditos das imagens: Monique R. N.
 

ONG SOS DENTAL+ INSTITUTO KALEO

A ONG SOS DENTAL e o INSTITUTO KALEO trabalham pelo mesmo objetivo: AJUDAR AQUELES QUE PRECISAM!!!! No mês de Dezembro, o Instituto Kaleo fixou-se em Cairo e ofereceu tratamentos de saúde á comunidade local, e na bagagem levou a ONG SOS DENTAL como parceira, companheira de viagem e fornecedora dos KITS DE HIGIENE DENTAL( esses doados pela CONDOR E COLGATE)!!!!

Dá uma conferida nos cliks!!!

INSTITUTO KALEO ONG SOS DENTAL2 INSTITUTO KALEO ONG SOS DENTAL 3 INSTITUTO KALEO ONG SOS DENTAL 4 INSTITUTO KALEO ONG SOS DENTAL 5 INSTITUTO KALEO ONG SOS DENTAL

Laboratório alemão cria doce que elimina as bactérias que causam a cárie

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Boa notícia para quem é viciado em doces: cientistas do laboratório de biotecnologiaORGANOBALANCE, de Berlim, anunciaram a criação de uma guloseima que ajuda no combate às cáries.

Ao contrário do que muita gente diz por aí, as cáries e cavidades que surgem nos dentes não são causadas pelas comidas açucaradas. A grande causadora é a bactéria Mutans streptococci, que é liberada na boca enquanto mastigamos. A bactéria gruda no dente e começa a liberar um ácido, que acaba estragando o esmalte que reveste o dente.

O doce criado pela equipe do laboratório pretende destruir essa bactéria. Para isso, eles incluíram uma versão “morta” de outra bactéria, chamada Lactobacillus paracasei, na receita. Isso porque aLactobacillus paracasei tem uma característica excelente para o propósito da invenção: ela possui uma camada açucarada que consegue “agarrar” a Mutans streptococci e a impede de grudar nos seus dentes.

Os pesquisadores afirmam que o nível da bactéria causadora da cárie caiu significativamente nos voluntários da pesquisa. É uma boa descoberta para quem não resiste a um doce, mas é bom lembrar que nada disso substitui a escovação.

Via Dvice

Imagem: GettyImages

Saúde e Odontopediatria

Consumo de bebidas ácidas e com alto teor de açúcar ameaçam saúde bucal das crianças brasileiras

Se antes se limitava a pacientes com refluxo gástrico, a erosão do esmalte dentário agora está atingindo crianças saudáveis, devido ao consumo excessivo e muito frequente de refrigerantes e sucos artificiais.  O alerta é da professora Ana Estela Haddad, do  Departamento de Ortodontia e Odontopediatria da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo – USP, que palestrou recentemente no  curso “Saúde Bucal das Crianças no Brasil”, realizado durante o 17º Congresso Latino-Americano de Odontopediatria.

Para a especialista, esse fato demonstra que a preservação da saúde bucal da criança requer, além de cuidados odontológicos, uma preocupação com a questão nutricional. “Paralelamente ao aumento da obesidade pelo consumo excessivo de alimentos ultraprocessados, observamos o aumento na incidência de erosão do esmalte de dentes decíduos, em crianças que não apresentam refluxo, em consequência do alto consumo de bebidas ácidas e com alto teor de açúcar”, disse a professora.

Em sua exposição, ela fez uma comparação entre os resultados de duas pesquisas feitas pelo Ministério da Saúde em 2003 e 2010, antes e sete anos depois da implantação do Programa Brasil Sorridente. Na segunda pesquisa, foram examinados 38 mil pessoas, de 177 municípios, sendo 30 de cada região do País. Na faixa dos cinco anos, constatou-se a redução de 17% de dentes de leites careados, porém, 80% não tratados. Já na faixa dos 12 anos, o índice CPO – dentes cariados, perdidos e obturados – caiu 26% e a proporção de crianças livres de cáries subiu de 21 para 44%. Na faixa dos 15 a 19 anos, houve uma queda de 30% no CPO, denotando que 18 milhões de dentes deixaram de ser careados, entre 2003 e 2010.

Na opinião da professora, o Brasil está entre os países com os melhores indicadores em relação à saúde bucal das crianças na América Latina. Ela, inclusive, lembra que a pesquisa do Ministério da Saúde, realizada em 2010, incluiu o Brasil no grupo de países com baixa prevalência de cárie, com CPO equivalente a 2,1, quando a média das Américas é de 2,8. “Agora, temos como desafio a prevalência de cárie concentrada em um número menor de crianças, que apresenta grande carga da doença”, argumentou. A professora Ana Estela também destaca que há maior prevalência de cárie em regiões onde a população é menos favorecida socioeconomicamente.

 

Fonte e texto: Odonto Magazine